30/04/2014 12h59 – Atualizado em 30/04/2014 12h59
Professoras realizam projeto de revitalização da Biblioteca de Amambai
Fonte: Da Redação
Amambai (MS) – As professoras Vânia Corrêa da Mota e Regiane Fonseca Marques, com o apoio da Prefeitura Municipal de Amambai, através da Secretaria Municipal de Educação (Semed), deram início nesta semana a um projeto de revitalização e ocupação da Biblioteca Municipal.
Em sua primeira fase, o projeto contou nestas segunda, terça e quarta-feira (28, 29 e 30) com a leitura da história A Reinação de Narizinho, de Monteiro Lobato, para o 4º e 5º anos das escolas municipais Júlio Manvailer, Antônio Pinto, Marlene Vilarinho, Flávio Derzi, Maria Bataglim, João Rodrigues e Ayrton Senna.
“Estamos realizando uma ocupação do espaço com, além de lazer para as crianças uma prática de reflexão, mostrando que a tecnologia não pode fazer com que se esqueçam dos livros”, afirma Vânia. Ela acrescenta que o projeto vem sendo planejado desde o ano de 2013, mas só pode vir ser executado agora.
Segundo Vânia, o projeto contará ainda com apresentações na semana que vem para alunos indígenas, trabalhos no exterior da biblioteca como o Tereré Literário, Histórias da África e o livro A Língua de Eulália.
As coordenadoras do projeto contaram com o apoio das professoras Lucilene e Daniele, que ajudaram na pintura do cenário; do diretor de Cultura da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesc), Roberto Rachitiune, que esteve encenando o papel de Pedrinho, e com o apoio de Sabrina, filha da professora Regiane, que representou a boneca Emília.
Entre o grupo do 5º ano B, da escola municipal Júlio Manvailer, nenhum dos alunos havia conhecido a Biblioteca até a data, esse é um dos fatos provenientes do abandono que seguiu no local durante os últimos anos.
Bruna Cunha de Assis, uma das alunas visitantes, afirmou que o projeto é muito bom e que gostou de poder participar e visitar a Biblioteca. “Eu estou aqui pela primeira vez, o projeto é muito bom, é importante ter uma biblioteca para que as crianças possam aprender ainda mais”, diz a menina que afirma voltar sempre que puder.
Para as professoras, a Biblioteca não é apenas um ponto de leitura e sim um local de acesso à integração e cultura.


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