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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Trabalho realizado pela Justiça Eleitoral nas Eleições 2014 recebe avaliação pos

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04/02/2015 10h09 – Atualizado em 04/02/2015 10h09

Trabalho realizado pela Justiça Eleitoral nas Eleições 2014 recebe avaliação positiva

Fonte: TSE

O trabalho desempenhado pela Justiça Eleitoral ao longo das eleições do ano passado recebeu média 7 pelos eleitores brasileiros. Apesar da média, 50% dos entrevistados atribuíram notas mais elevadas nesse quesito, entre 8 e 10. É o que mostra pesquisa encomendada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à empresa Checon Pesquisa/Borghi, que ouviu quase dois mil eleitores de 18 a 60 anos em sete capitais, incluindo o Distrito Federal, de todas as regiões brasileiras e das classes sociais A, B, C e D.

O estudo traz dados quantitativos e qualitativos sobre diversos temas relacionados ao processo eleitoral. Na parte qualitativa da pesquisa sobre o trabalho realizado pela Justiça Eleitoral, os eleitores entrevistados apontaram questões que servirão de norte para as próximas campanhas publicitárias do TSE.

Por exemplo, a necessidade de esclarecer as atribuições do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) nas eleições. Entre as críticas citadas, está a sujeira nas cidades por causa do pleito, que deve ser coibida pelos Executivos locais, e os erros nos resultados de pesquisas eleitorais, de responsabilidade dos institutos de pesquisa. De acordo com o estudo, “não é claro para muitos (eleitores) até onde vão as atribuições” do TSE e dos TREs, e “onde começariam as atribuições das prefeituras, partidos políticos, candidatos e empresas de pesquisa”.

Ainda segundo o levantamento, independente da idade ou classe social do entrevistado, existe uma dúvida “quase unânime” sobre o que é a Justiça Eleitoral. Daí a necessidade, de acordo com o estudo, de se fazer uma campanha que esclareça “a vinculação da Justiça Eleitoral ao Poder Judiciário”, bem como “a característica de se tratar de um poder isento”.

Confiabilidade das urnas

A pesquisa também procurou saber como os eleitores avaliam a confiabilidade das urnas eletrônicas. Ao serem questionados, 35% dos entrevistados atribuíram notas de 8 a 10, 27% notas entre 5 e 7, e o restante abaixo de 5. Segundo o levantamento, esse quesito ficou com média 5.

O estudo evidencia também que informações importantes sobre a segurança da urna já foram assimiladas pelos eleitores, como inexistência de conexão das urnas à internet. “Mas a forma como as informações são transmitidas e como os votos são contabilizados por estado e por todo o país permanece ainda pouco (ou nada) clara para a população, gerando dúvidas”, avaliam os pesquisadores.

A pesquisa

A íntegra da pesquisa pode ser acessada aqui. O documento aborda temas diversos, como o impacto da campanha publicitária do TSE em 2014, a percepção dos eleitores sobre crimes eleitorais, a transparência do voto e o uso da biometria.

Trabalho realizado pela Justiça Eleitoral nas Eleições 2014 recebe avaliação pos

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