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domingo, 3 de maio de 2026

UEMS recebe pedido de abertura de curso em Amambai

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25/03/2015 13h35 – Atualizado em 25/03/2015 13h35

Fonte: UEMS

Campo Grande (MS) – No início desta semana, a reitoria da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) recebeu o pedido de abertura de um curso de Agroecologia para a região de Amambai, com o objetivo de atender indígenas Guarani-Kaiowá e moradores de assentamentos rurais.

Reuniram-se com o reitor da UEMS, Fábio Edir dos Santos Costa, e a vice-reitora, Eleuza Ferreira de Lima, o prefeito de Amambai, representantes da Câmara Municipal, lideranças indígenas, Funai de Ponta Porã e Dourados, secretaria de educação do município, professores indígenas, acadêmicos de Amambaí e representantes da UEMS.

“Queremos ter o curso de Agroecologia em Amambai para atender, principalmente, aos indígenas do município e região, por conta da questão da sustentabilidade das comunidades, por isso entregamos a proposta de parceria. Se o curso for aprovado poderá ser utilizado a estrutura da escola agrícola de Amambai”, disse o prefeito de Amambai, Sérgio Barbosa. O prefeito garantiu ainda que, em caso de aprovação do curso por parte dos conselhos superiores da UEMS, o município disponibilizaria uma estrutura adequada para funcionamento das atividades acadêmicas, em local onde hoje é realizado o curso para formação de técnicos agrícolas na região.

Com a reunião, foi constituída uma comissão para estudar a viabilidade da implantação do curso. “É preciso um estudo para diagnosticar a viabilidade do curso para a região de Amambai e a demanda de estudantes, pois a UEMS já tem o curso de Agroecologia em Glória de Dourados – que é vinculado ao MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário)”, explicou o Reitor, Fábio Edir dos Santos Costa. Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação, a consulta por parte da prefeitura apresenta dois dos principais elementos para se iniciar o projeto de implantação de um novo curso: “vejo que na solicitação há, primeiro, vontade política que é fundamental nesse processo e, segundo, estrutura física”, disse o pró-reitor.

Os representantes apresentaram a proposta para que o curso utilize a metodologia da alternância (um período de estudos na Universidade e outro de prática na comunidade) e a valorização dos saberes Guarani-Kaiowá.

Pedido de curso tem como intenção atender indígenas Guarani-Kaiowá e moradores de assentamentos rurais / Foto: Divulgação

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