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01/06/2015 23h07 – Atualizado em 01/06/2015 23h07
Trabalhadores da Educação de Amambai fortalecem greve em manifestação pública
Fonte: Da Assessoria
A manifestação realizada na manhã desta segunda-feira (1º) pelos trabalhadores em Educação de Amambai fortalece o movimento grevista da rede estadual e alerta o governo do município sobre as reivindicações da categoria da rede municipal.
A avaliação é da presidente do Simted – Sindicato dos Trabalhadores em Educação – de Amambai, professora Olga Tobias Mariano.
Cerca de 300 pessoas participaram da manifestação, que iniciou na praça Cel. Valêncio de Brum, seguiu até a Câmara de Vereadores e foi encerrada com uma passeata pelo centro da cidade. O grupo passou também em frente à Prefeitura de Amambai.
Estiveram presentes professores, alunos, pais de alunos e funcionários administrativos da rede estadual de ensino e professores da rede municipal de ensino.
Apoio dos vereadores
Na Câmara Municipal, os manifestantes acompanharam votação de requerimento apresentado pelo vereador Ailton Salgado Rosendo (PSB) em apoio à categoria.
Com faixas e cartazes, os profissionais da educação das duas redes buscaram sensibilizar os vereadores em relação às reivindicações da categoria por melhoria salarial e melhores condições de trabalho.
A greve no Estado
No dia 27 de maio, a Fetems – Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul – deflagrou greve exigindo do governo do Estado o cumprimento da lei nº 4.464 de 19/12/2013 que dispõe sobre a implantação do piso para 20 horas/aula em 4 anos e uma política salarial para os funcionários administrativos.
No Estado, são cerca de 270 mil alunos sem aula, 362 escolas fechadas e cerca de 25 mil profissionais em educação parados.
Sem dar aulas ou cumprir a jornada na escola, os trabalhadores mantêm uma programação diária a fim de organizar o movimento grevista, mobilizar a categoria, conscientizar a população e pressionar o governo.
Paralisação no município
A manifestação desta segunda-feira contou com a adesão dos professores da rede municipal, que definiram em assembleia realizada na semana passada a realização de um dia de mobilização.
Na rede municipal, os professores: reivindicam uma política de valorização profissional, dividida em no máximo seis anos, conforme Plano Nacional de Educação.
Entenda mais sobre a greve na rede estadual e a paralisação na rede municipal
No Estado
Administrativos: o governo de MS anunciou índice ZERO de reajuste.
Professores: reivindicam reajuste de 10,98%, valor garantido pela Lei Estadual nº 4.464 de 19/12/2013 que dispõe a implantação do piso para 20 horas/aula em 4 anos. Hoje, o piso na rede estadual é de R$ 1.331,42, para uma jornada de 20 horas/aula.
O governo propôs 4,37% para outubro deste ano e 3,74% durante 7 anos, ou seja, até 2022. Com essa proposta, a implantação do piso para 20 horas/aula será em 8 anos. O governo também não pagou ainda 1/3 de hora atividade para os professores referente a 2013, conforme determina a lei nº 4.464 de 19/12/2013.
No Município
Professores: reivindicam política de valorização profissional, dividida em no máximo 6 anos, conforme Plano Nacional de Educação. Hoje, o piso para 20 horas/aula é de R$ 983,28.
Os profissionais em Educação da rede municipal também querem a Gestão Democrática – eleição para diretor de escola – e a Unificação da Carreira, com a política de valorização do administrativo.
A administração municipal atual (2013-2016) não realizou uma política de valorização salarial profissional, apenas repassou o índice de inflação.




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