De acordo com o balanço de afogamentos, realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, em 2008, no Estado foram registrados 32 afogamentos; em 2009 foram 42; em 2010, 21 – sendo que destes últimos, 12 aconteceram em Campo Grande. Os Bombeiros alertam a população para que tenha mais cuidado durante banhos em rios, lagos e piscinas. “É importante que a população, antes de tomar qualquer atitude, peça ajuda aos Bombeiros no 193. Também orientamos para que as pessoas, durante banhos em rios, não bebam bebidas alcoólicas e nem comam muito”, avisa o tenente-coronel Joilson Santos de Paula, chefe de Comunicação Social do Corpo de Bombeiros.
Segundo a guarnição, os locais considerados mais perigosos para banhos são os rios Taquari, na região de Coxim, o rio Aquidauana e o rio Paraguai, principalmente na região de Corumbá. Nestas áreas são mais frequentes as ocorrências de afogamento.
Dicas de segurança
Para se divertir em piscinas sem grandes preocupações a dica dos bombeiros é que as pessoas utilizem apenas clubes com o certificado de vistoria regularizado e em dia. A certificação tem validade de um ano. Outro cuidado a ser observado é a presença de pelo menos dois salva-vidas a cada 500 metros quadrados de água – exigência prevista na legislação. “É desaconselhável nadar sozinho porque pode acontecer alguma cãibra ou cansaço que provoque perda de força e, consequentemente, o afogamento. As crianças devem estar sempre acompanhadas dos pais”, alerta o tenente-coronel Joilson de Paula.
Em rios o risco é maior por causa da força da correnteza e também pela profundidade. A dica é que crianças entrem somente em rios rasos e acompanhados de responsáveis maiores de idade e que saibam nadar. Os pequenos devem estar equipados com boias ou flutuadores que garantam ainda mais a segurança. O assessor de comunicação dos Bombeiros informa que além da boia outro material importante para resgate com afogamento é usar uma corda. Lembrando que também é importante não sair das margens do rio, onde é mais seguro.
Brincadeiras
Brincadeiras como “caldos”, “trotes” ou “saltos” devem ser evitadas porque a profundidade de um rio ou de uma piscina pode ser pequena e saltos podem machucar ou contribuir para um possível afogamento.
Fonte: SEJUSP

