06/11/2018 08h54

Pecuarista Tata Gregol é executado a tiros em Amambai


Fonte: Redação com informações Vilson Nascimento - Agazetanews

 
Caminhonete de Tatá Gregol com vidros perfurados por tiros / Foto: Divulgação Caminhonete de Tatá Gregol com vidros perfurados por tiros / Foto: Divulgação

Amambai (MS)- Na tarde dessa segunda-feira (5), o pecuarista Luiz Carlos Gregol, o "Tata Gregol", de 40 anos foi executado a tiros em Amambai.

O crime aconteceu por volta das 16h na avenida Pedro Manvailer, em frente a oficina do Pirolli.

De acordo com a delegada Larissa Serpa, que está a frente do caso, ao embarcar em sua Toyota Hilux, após tratar de negócios na oficina, o pecuarista foi surpreendido por dois indivíduos. Eles então passaram a atirar contra Luiz Carlos. Um dos disparos acertou a cabeça de Tata, que morreu no local.

A delegada também afirma que foram usadas duas pistolas para cometer a execução. No local foram encontradas 10 capsulas de pistola calibre 40mm e dois projéteis de uma pistola 9mm.

Suspeita é de vingança por rixa

A Polícia Civil está ouvindo testemunhas e vai instaurar um inquérito para apurar o caso, mas todos os indicativos apontam que a execução tenha sido praticada por rixa e vingança.

De acordo com a polícia, Luiz Carlos teria colecionado inimigos, principalmente no lado paraguaio, na região de Paranhos, cidade onde residia. Recentemente ele teve um filho e um irmão assassinados na cidade de Dourados.

Depois do assassinato do filho e do irmão, Luiz Carlos Gregol acabou preso com armas em Dourados, supostamente quando caçava os assassinos de seus entes queridos para se vingar.

Segundo informações repassadas à Polícia Civil, Luiz Carlos vinha sofrendo ameaças e por conta disso, há algum tempo não estaria fixando residência e inclusive estaria colocando a venda bens em Paranhos e Amambai, além de uma fazenda localizada no município de Coronel Sapucaia. Ele pretendia sair da região.

O corpo de Tata Gregol foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Ponta Porã para ser submetido a exame necroscópico. O SIG (Setor de Investigação Geral) da Delegacia de Polícia Civil, em Amambai, trabalha no caso.

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