Protegendo a fauna e combatendo a caça ilegal, policiais militares ambientais prenderam neste fim de semana sete caçadores em diferentes localidades.
Em Costa Rica, após denúncias de prática de caça na Fazenda Cervo, uma equipe solicitou um mandado de busca e apreensão para verificar a existência de armas e animais abatidos. Neste Domingo (12), a Polícia Militar Ambiental (PMA) cumpriu o mandado, encontrando no local o caseiro, que indicou duas esperas (poleiros em árvores) e afirmou não haver nenhum animal abatido. O funcionário apontou o local onde as armas estariam escondidas. Na residência do caseiro, a PMA encontrou uma espingarda de calibre 36 que, segundo ele, pertence ao filho do proprietário da fazenda. O homem afirmou ainda haver mais armas em residências de outros caçadores do grupo.
Na casa de um dos caçadores apontados pelo caseiro, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 22, com quatro munições; na residência de um segundo caçador, outra espingarda, esta de calibre 32, com oito munições; e numa terceira casa fiscalizada, mais uma espingarda, de calibre 20, com duas munições.
Em todas as residências vistoriadas, a PMA não encontrou nenhum animal abatido, mas as armas não possuíam documentação. Todos os caçadores foram levados para a delegacia de Costa Rica e autuados por posse ilegal de arma. A condenação para este caso varia de um a três anos de detenção.
No sábado (12), policiais da PMA em fiscalização pela rodovia MS-430, prendeu três caçadores que haviam abatido seis aves silvestres. Os homens praticavam caça com espingardas de ar comprimido e já haviam abatido aves da espécie “pomba de bando”. Os caçadores foram encaminhados à delegacia de São Gabriel do Oeste, receberam multa administrativa no valor de R$ 3.000,00 pelo abate de animais, e podem pegar de seis meses a um ano de detenção pelos crimes.
Fonte: Notícias MS
