31/01/2014 10h20 – Atualizado em 31/01/2014 10h20
Fonte: Estadão
Um satélite da Nasa fotografou em janeiro deste ano imagens da costa do Rio de Janeiro que mostram a concentração de algas marítimas. As manchas escuras ocupam 800 quilômetros da costa.
De acordo com informações da Nasa, biólogos identificaram a alga como uma Myrionecta rubra (conhecida como Mesodinium rubrum), um protista autótrofo – que produz o próprio alimento – e não é tóxico.
Vistas de perto, as algas têm cor vermelho escuro, mas aparecem quase pretas na imagem de satélite por causa da forma como o oceano espalha e absorve a luz solar.
Espuma
No dia 20 de janeiro os cariocas se surpreenderam com uma onda de espuma branca que tomou conta da orla da praia. As espumas desencorajaram alguns banhistas a entrarem no mar.
Em nota, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) esclareceu que a espuma não é tóxica e não oferece riscos. O fenômeno natural “é decorrente da decomposição de algas e microorganismos, associado ao mar mais agitado, e não necessariamente indicativo de que as praias estejam impróprias para o banho”, diz o texto.


