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sexta-feira, 8 de maio de 2026

A imprensa não pode nunca ser livre com os trabalhadores da imprensa sob ataque

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14/09/2011 16h40 – Atualizado em 14/09/2011 16h40

“A imprensa não pode nunca ser livre com os jornalistas e trabalhadores da imprensa sob ataque”, diz Ban Ki-moon

Fonte: Nações Unidas no Brasil

Após a morte de mais dois jornalistas em países da América Latina, as Nações Unidas iniciaram nesta terça-feira (13/09) a construção de um Plano de Ação para combater a impunidade e os crimes cometidos contra profissionais da imprensa. Ao longo dos últimos dez anos, mais de 500 jornalistas e trabalhadores da imprensa foram assassinados.

Na última quinta-feira (08/09), o jornalista peruano Pedro Alfonso Flores Silva morreu após ter sido baleado na cidade de Casma. Na noite do mesmo dia, em Honduras, o jornalista Medardo Flores também foi morto a tiros perto de sua casa, elevando para 15 o número de profissionais da mídia assassinados no país em menos de dois anos.

“Devemos fazer o máximo para garantir que a mídia consiga realizar seu indispensável trabalho em favor da humanidade”, disse o Secretário-Geral Ban Ki-moon, por meio de mensagem lida pelo Subsecretário-Geral das Nações Unidas para Comunicação e Informação Pública, Kiyo Akasaka. Ele mencionou também novas barreiras à liberdade de imprensa, como os assédios de vigilância na internet e a censura digital. “A imprensa não pode nunca ser livre com os jornalistas e trabalhadores da imprensa sob ataque”. (Leia a mensagem na íntegra clicando aqui)

O Plano de Ação deve ser divulgado amanhã (14/09), no encerramento do Fórum Interagencial do Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (PIDC), que ocorre em Paris na sede da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). A reunião será transmitida pelo webcast.

A imprensa não pode nunca ser livre com os trabalhadores da imprensa sob ataque

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