O Núcleo de Educação Ambiental da PMA e o Ibama realizaram ontem (19), no assentamento Santa Mônica em Terenos trabalhos de Educação Ambiental com os alunos das escolas rurais dos assentamentos Santa Izabel, Campo Verde e o próprio Santa Mônica e atenderam 645 alunos. O trabalho foi realizado por meio das atividades de oficinas que o Núcleo de Educação Ambiental da PMA trabalha nas escolas de todo o Estado.
As oficinas:
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Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos.
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Oficina de animais e peixes taxidermizados (empalhados), com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres.
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Sala de vídeos ecológicos (sobre, pantanal, degradação do solo, poluição atmosférica e da água, tráfico de animais silvestres…).
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Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos.
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Ciclo da Água, com palestras sobre o uso sustentável, poluição e escassez dos recursos hídricos.
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Casa da Energia. Trata-se de uma maquete de uma residência com todos os locais de consumo de energia (lâmpadas, chuveiros, ar condicionado, geladeira, microondas etc…). Com esta oficina é realizada a discussão e informação sobre os tipos de energia e a importância ambiental de se economizar este recurso.
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Plantio de mudas nativas, com palestras sobre desmatamento, erosões, assoreamento e a importância da conservação da vegetação para a vida de todos os demais seres vivos.
Além dos alunos, participaram das palestras vários assentados adultos. Este trabalho é fundamental no sentido de minimizar os problemas ambientais que a PMA têm enfrentado nos assentamentos rurais. Além da caça e pesca ilegal, a principal ilegalidade que tem sido verificada pela PMA nos assentamentos é a extração ilegal de madeira, em especial a “aroeira, madeira de lei, que só pode ser retirada com plano de manejo aprovado pelo órgão ambiental competente. O pior é que a madeira tem sido explorada, na maioria das vezes, dentro da reserva legal dos assentamentos.
A PMA e Ibama esperam, que por meio da informação, os assentados passem a valorizar mais ainda os bens ambientais de suas propriedades. Com relação aos alunos, filhos dos assentados, os órgãos ambientais esperam, que por meio da Educação Ambiental, as crianças cresçam com a cultura da conservação ambiental e da sustentabilidade e consigam se sensibilizar sobre a importância do equilíbrio ambiental em suas vidas e das próximas gerações.
A PMA considera extremamente proveitoso o trabalho Educacional, haja vista, toda a movimentação da população em defesa das questões ambientais. O Comando acredita que, só por meio da Educação Ambiental, com crianças e adolescentes, as infrações e crimes ambientais diminuirão e, as decisões deles, que no futuro estarão no Comando das ações no País, com certeza, serão mais planejadas do que estão sendo agora.
Fonte: Assessoria PMA

