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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Operação especial da PMA no Rio Taquari autua pescadores profissionais

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A Polícia Militar Ambiental de Coxim autuou pescadores profissionais durante uma operação no rio Taquari, desencadeada no dia 28 de agosto e que durou até o último sábado (4 de setembro). As ações abrangeram desde Coxim até o Caronal, no Pantanal, com atenção especial ao trecho conhecido por Morro Preto, onde havia denúncia de pesca predatória.

Durante a fiscalização noturna foram flagrados três pescadores profissionais utilizando redes, material proibido por lei. Dois homens abordados inicialmente tentaram fugir, mas a embarcação foi alcançada, e acabou abandonada por eles. Mesmo com os pescadores tentando escapar do flagrante, a PMA fez a autuação, porque as licenças de pesca ficaram no barco.

Pela identificação nos documentos, a PMA elaborou auto de infração no valor de R$ 3.500,00 para cada pescador. Eles ainda responderão por crime ambiental. Todo o material apreendido foi entregue à Delegacia de Polícia Federal, em Campo Grande, porque o rio Taquari é considerado rio de domínio federal.

Na mesma operação, a polícia ambiental surpreendeu outra embarcação com dois pescadores praticando pesca com redes. Eles fugiram ao perceber a tentativa de abordagem, abandonando os petrechos e a embarcação. Um dos homens, pescador profissional, já foi identificado, e a PMA acredita que também conseguirá identificar o outro.

Nessa segunda fiscalização foram apreendidos um barco de alumínio; um motor de popa; duas redes totalizando 130 metros; três exemplares de pescado, sendo dois com tamanho inferior ao permitido; e um telefone celular. O pescador identificado foi autuado administrativamente em R$ 3.500,00 e responderá por crime ambiental junto à Justiça Federal de Coxim.

De acordo com a PMA, o fato de a fiscalização ser à noite facilita a fuga dos suspeitos, até porque os policiais precisam utilizar sealead beam (faróis fortes) para a abordagem. No entanto, a fuga só evita a prisão em flagrante, mas não impede a multa. Os pescadores ilegais identificados responderão normalmente pelo crime ambiental. A pena é de detenção de um a três anos, ou multa.

A Polícia Militar Ambiental ainda pedirá a cassação das carteiras profissionais desses pescadores. Outra equipe se deslocará para o local para prevenir a pesca predatória, que nessa região, acaba sendo praticada por pescadores profissionais.

Fonte: Notícias MS

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