15/08/2013 21h45 – Atualizado em 15/08/2013 21h45
Fonte: Da Assessoria
Representando a Aprosoja -MS, o vice-presidente da instituição Christiano da Silva Bortolotto, esteve reunido em Brasília, na manhã desta quarta-feira (14), com o Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, para reivindicar um aumento no valor do prêmio e no volume do PEPRO de milho para os produtores do Mato Grosso do Sul.
Nesse mês, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) incluiu Mato Grosso do Sul na lista dos Estados que podem disponibilizar a sua produção de milho para o leilão Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural e/ou sua Cooperativa (PEPRO). Até o momento é disponibilizado, de acordo com o edital publicado na semana passada, um volume de 100 mil toneladas com valor mínimo de R$ 17,46 a saca de 60 quilos.
A inclusão de Mato Grosso do Sul no leilão PEPRO e a garantia do preço mínimo da saca de milho foi requisitada no mês de junho pela Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), junto com a Aprosoja-MS, Organização das Cooperativas Brasileiras no MS (OCB/MS) e contou com o empenho do Governo do Estado, por meio da Secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário e Produção, Tereza Cristina, e do senador da República, Waldemir Moka.
Frente Parlamentar em Brasília
Ainda na quarta-feira, Christiano da Silva Bortolotto, esteve em reunião na frente parlamentar da agropecuária para discutir os andamentos sobre a questão indígena, dando apoio e suporte aos parlamentares na busca da aprovação da PLP 227/2012 que consiste em uma lei complementar para regulamentar as situações extremas em que o relevante interesse público da União poderá implicar um compartilhamento do usufruto de um determinado território indígena.
Também entrou em pauta a PEC 215 que inclui dentre as competências exclusivas do Congresso Nacional a aprovação de demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e a ratificação das demarcações já homologadas; estabelecendo que os critérios e procedimentos de demarcação sejam regulamentados por lei. Ambos os projetos seguem em tramitação no Congresso Nacional.

