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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Setor elétrico dispõe de equilíbrio estrutural para garantir abastecimento

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12/03/2014 16h28 – Atualizado em 12/03/2014 16h28

Setor elétrico dispõe de equilíbrio estrutural para garantir abastecimento

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Em nota divulgada ao final de sua 141ª. reunião ordinária, realizada na tarde desta quarta-feira, 12 de março, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) reafirmou que o sistema elétrico nacional apresenta-se “ estruturalmente equilibrado, com sobras, em termos de balanço energético”. De acordo com a nota, o Sistema Interligado Nacional “dispõe das condições de equilíbrio estrutural necessárias ao abastecimento do País”.

“Houve pequena melhora nas condições gerais de abastecimento, embora desejássemos um quadro ainda melhor, mas temos a tranquilidade de que não faltará energia no país”, comemorou o Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que presidiu a reunião do CMSE.

No Senado

Pela manhã, ao participar de audiência na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou que, “apesar do momento conjuntural ruim que o setor elétrico vem atravessando, o ministério se mantém firme no monitoramento de toda a situação. O sistema foi planejado para aguentar o estresse que está passando agora”, destacou.

Além do secretário, participaram da audiência o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim; o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico, Hermes Chipp; o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales; e o presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, Luiz Eduardo Barata.

De acordo com Zimmermann, o atual momento exige a complementação da geração e do fornecimento de energia por meio das usinas termelétricas, o que, é natural em um sistema hidrotérmico, como o brasileiro. “As usinas termelétricas são um complemento da matriz hidrelétrica e estão funcionando por conta da conjuntura atual no Brasil. No mundo, em média, a geração com térmicas gira em torno de 80%. No Brasil esse número não chega a 20%”, enfatizou.

Zimmermann aproveitou a audiência para destacar que o setor energético segue atraindo investimentos privados nacionais e internacionais. “De 2003 para cá, o Brasil ampliou em quase 60 mil MW a geração de energia, o que representa um avanço significativo. Em 2014 a capacidade instalada no país será de 134 mil MW, número suficiente para atender a demanda nacional. O atual modelo energético saneou vários gargalos do passado e se mantém bastante útil para o país”, finalizou.

Crédito/foto: Francisco Stuckert

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