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domingo, 10 de maio de 2026

Sob sanções da ONU desde 2010, Ahmadinejad nega que restrições prejudiquem economia do Irã

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Há oito meses sob sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Irã nega prejuízos. Em pronunciamento em rede nacional de televisão, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que a economia do Irã é “florescente”. As restrições foram impostas em reação ao programa nuclear desenvolvido no país que é suspeito de esconder a fabricação de armas atômicas.

Ahmadinejad reiterou, porém, que os produtos iranianos são tão competitivos quanto os fabricados em outros locais do mundo. Segundo ele, as “medidas punitivas são inúteis”. De acordo com o presidente, a tendência é que com o passar do tempo os efeitos das sanções sejam reduzidos. As informações são da rede estatal de televisão, a PressTV.

No pronunciamento, Ahmadinejad afirmou ainda que as sanções poderão eventualmente beneficiar a economia nacional. Segundo ele, esse processo pode ocorrer porque o Irã alcançou a autossuficiência em muitas áreas. Mas não citou os setores iranianos.

Em junho de 2010, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas impôs as restrições, que atingem principalmente as áreas econômica, comercial e militar. Há proibições para operações em instituições bancárias e vetos à circulação de navios de bandeira iraniana, por exemplo.

O governo do Irã nega as acusações de que há produção de armas atômicas no país. Segundo Ahmadinejad e as autoridades iranianas, o programa nuclear desenvolvido tem fins pacíficos. Recentemente, o Irã divulgou o avanço das obras em usinas nucleares. Os iranianos se defendem, afirmando que têm direito ao acesso à tecnologia nuclear.

O presidente iraniano afirmou também, em seu pronunciamento, que há avanços nas conversas entre o Irã e o grupo P5+1 (Grã-Bretanha, China, França, Rússia, Estados Unidos e Alemanha). Segundo ele, o desejo de cooperação é mútuo, mas não detalhou os avanços. “Não é realista esperar resultados concretos a curto prazo, pois a questão é muito complicada e exige mais tempo e negociações.”

Fonte: Agência Brasil

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