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domingo, 10 de maio de 2026

Governo chinês reprime protestos convocados pela Internet inspirados no mundo árabe

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Ativistas de direitos humanos e advogados que convocaram protestos pela internet foram detidos na China, no último domingo (20). A polícia chinesa ocupou áreas de possíveis focos de protestos em 13 cidades do país.

Em Pequim, no domingo, o grande número de policiais e jornalistas estrangeiros instalados na principal rua comercial a Wangfujing, local listado como possível palco de manifestações, chamava a atenção.

A origem das mensagens convocando a população a protestar foi um site chinês hospedado nos Estados Unidos, o Boxun. A convocação feita no sábado (19) chamava a população a ir às ruas inspirada na “Revolução do Jasmim”, que ocorreu na Tunísia no começo do ano. As mensagens também começaram a circular em blogs e no Twitter, que mesmo bloqueado pôde ser acessado por internautas.

A ideia dos ativistas era que as pessoas se reunissem em 13 cidades e gritassem o slogan “queremos comida, queremos trabalho, queremos casa, queremos justiça”. Ao jornal O Estado de S. Paulo o advogado Xu Zhiyong um dos autores das mensagens disse que ficou sob vigilância das 10 às 17h do domingo. Outros 15 ativistas foram presos ou colocados sob vigilância. Agências internacionais informaram que três pessoas foram presas em Pequim, uma delas carregando flores de jasmim. Em Xangai quatro foram detidas.

Ainda no sábado o presidente Hu Jintao discursou em defesa de um maior controle da internet. “Nosso pais tem uma importante estratégica para o desenvolvimento global, mas vive um aumento de conflitos sociais. Para evitar as turbulências devemos aumentar a administração da internet e das sociedades virtuais”.

Redação Portal Imprensa

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