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sábado, 9 de maio de 2026

Violência assola países do Oriente Médio neste domingo, 17

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Em velório, homens abrem fogo e matam três perto de Damasco; mais de 103 são detidos em Amã; no Iêmen, 19 manifestantes ficam feridos

A violência causou mortes e deixou feridos neste domingo, 17, no Líbano, Jordânia e Iêmen. Homens armados abriram fogo durante um funeral de um opositor que foi assassinado neste domingo, 17, matando pelo menos três pessoas. A violência ocorre no mesmo dia em dezenas de milhares de pessoas tomam as ruas de Beirute como parte de um protesto dos cidadãos contra o regime autoritário, disseram testemunhas e ativistas.

Não está esclarecido quem esteve por trás dos assassinatos durante o velório ocorrido perto de Homs, a 160 quilômetros da capital, Damasco. Nas últimas semanas as forças de segurança mataram pelo menos 200 pessoas de acordo com grupos de direitos humanos.

Em Amã, Ao menos 103 pessoas foram detidas nas últimas 24 horas por suposta vinculação aos grupos salafistas (muçulmanos rigorosos) e por participar nos enfrentamentos de sexta-feira, 15, em Zarga. O ministro jordaniano do Interior, Saad Surur, explicou neste domingo, 17, que “os detidos pertencem a ideologia takfir (que considera infieis aos que divulgam suas ideias) serão julgados para que recebam um castigo justo”.

Surur acusou os grupos salafistas de lançar “um ataque premeditado” no último dia 15 contra as forças de segurança durante um protesto em Zarga, a 30 quilômetros a oeste de Amã, para pedir a liberação de cerca de 200 encarcerados por sua implicação em atividades terroristas.

No Iêmen, pelo menos 19 manifestantes antigovernamentais ficaram feridos neste domingo, 17. Seguidores do presidente iemenita, Ali Abdullah Saleh, entraram em choque com a Polícia em Sana, informou à Agência Efe uma fonte médica.

Entre os feridos há quatro por tiros, segundo a mencionada fonte, que indicou que estes foram transferidos a três hospitais após os incidentes ocorridos perto da residência do filho de Saleh, o general Ahmad Ali Abdullah Saleh, na rua Argélia da capital iemenita. Testemunhas afirmaram que a Polícia disparou ao ar e lançou gás lacrimogêneo para dissolver a manifestação que começou da Universidade de Sana, epicentro dos protestos no Iêmen.

Associated Press e Efe

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