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sábado, 27 de junho de 2026

Controle sanitário marcou o Dia de Finados, em Amambai

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03/11/2020 08h44

Antes de entrar aos cemitérios para visitação, a população precisou estar munida de máscaras de proteção e passar por eferição de temperatura corporal e higienização das mãos.

Fonte: Redação

Amambai (MS)- Ao lado das velas e flores, outro item tornou-se indispensável a quem foi, neste feriado de Dia de Finados, aos cemitérios municipais de Amambai visitar seus entes queridos que já partiram deste plano: as máscaras de proteção.

Além do uso obrigatório do item, toda a população precisou aferir a temperatura corporal e higienizar as mãos antes de adentrar aos campos-santos para dar início à visitação de Dia de Finados, que é uma tradição que nem mesmo a pandemia de Covid-19 afetou.

As máscaras também se tornaram produto de venda para alguns comerciantes de velas e flores que se faziam presentes durante o dia. O valor variava entre R$ 5 e R$ 10 a depender do modelo da máscara e salvou aqueles que esqueceram suas em casa.

“Eu venho vender meus produtos há mais de 20 anos e neste ano eu tive a ideia de trazer as máscaras para vender também, já que agora ela se tornou indispensável e sempre alguém acaba esquecendo em casa”, disse a comerciante Izaura de Oliveira, que confeccionou as máscaras para venda.

Visitação começou já no sábado (31)

Na manhã dessa segunda (2), centenas de pessoas se faziam presentes nos cemitérios municipais para reverenciar seus entes queridos. De acordo com a organização dos cemitérios, para o Dia de Finados, o número de visitantes estava menor, entretanto, os cemitérios foram abertos já no sábado (31) e a população já pôde iniciar a visitação, dividindo e diminuindo assim, o público do dia 2.

Marcia Aparecida foi uma das pessoas que estiveram presentes no cemitério Santo Antônio na manhã dessa segunda-feira (2). Ela explica que esta é uma tradição de sua família que anualmente visita o cemitério para rezar por aqueles que já partiram, em especial, seus dois irmãos, falecidos há mais de 20 anos.

“Eles não estão sepultados aqui e sim, em Iguatemi, então nos anos que eu não consigo ir até lá visitar o túmulo deles, eu venho aqui e faço minhas orações”, explicou.

Veja Fotos:

Era obrigatório o uso de máscaras de proteção para adentrar ao cemitério / Foto: Moreira Produções

Izaura confeccionou máscaras para vender no Dia de Finados / Foto: Moreira Produções

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