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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Confira atrações do ultimo dia de Festival America do Sul

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30/04/2012 09h23 – Atualizado em 30/04/2012 09h23

Fonte: Festivalamericadosul.com.br

Atrações de hoje (30) no Festival America do Sul

Visitação TurísticaLocal: Estação Natureza Pantanal – Fundação Grupo Boticário
Exposição interativa Estação Natureza Pantanal
Sessões das 9 às 12h e das 14 às 18h.

Visitação TurísticaLocal: Muhpan Museu de História do Pantanal
Exposição: Memórias do Pantanal Rupestre
Pintura acrílica sobre tela do artista Jonir Figueiredo.
Das 13 às 17:30hs

Visitação TurísticaLocal: Casa do Artesão
Das 8 às 17h – Visitação turística – artesanato de Corumbá
Artesanato – Feira dos Países
Local: Pavilhão dos Países – Praça Generoso Ponce
Das 14 às 22h – Feira de artesanato:
Mostra Internacional dos países: Paraguai, Bolivia, Chile, Equador, Venezuela, Uruguai, Argentina, Colômbia e Peru.
Mostra Brasil: artesanato de Mato Grosso do Sul, Espirito Santo e Distrito Federal

Projeto Mãos que Criam: demonstrações de técnicas de artesanato com mestres artesãos de MS, ES e DF.

Galeria dos HomenageadosLocal: Praça Generoso Ponce
Das 14 às 22h- Galeria aberta a visitação.

Artes PlásticasLocal: Centro de Convenções do Pantanal de Corumbá Miguel Gómez
Das 8 às 20h – Exposição: A Mão da América
Exposição “A Mão da América”, baseada na célebre escultura de Oscar Niemeyer localizada em São Paulo, que foi inspirada na obra ” As veias abertas da América Latina”, do escritor Uruguaio, Eduardo Galeano.
Aproximadamente 25 obras de artistas renomados, tais como; Braun Vega (Perú), Caciporé Torres (Brasil); Elifas Andreatto (Brasil) Nino Milan (Brasil); Nora Chernafosky (Argentina); Daniel Cerda e Gonzalo Latoja (Chile) entre outros.

Fotografia

Local: Centro de Convenções do Pantanal de Corumbá Miguel Gómez
Das 8 às 20h – Exposição Cia Matte Larangeira – Fragmentos da história de MS.
O importante ciclo econômico na região sul de Mato Grosso, que teve seu inicio por volta de 1890, se deu por conta da Companhia Matte Larangeira. A exposição recupera parte da história de um dos mais importantes movimentos econômicos da região, que viria a se tornar Mato Grosso do Sul.
A mostra reúne fotografias e documentos históricos, mantidos pelo Arquivo Público Estadual.

Palestras

Local: Centro de Convenções do Pantanal de Corumbá Miguel Gómez
15h – Sala Rio Paraguai
Palestra “Vida e Obra de Gonzagão – Comemorando o centenário de Luiz Gonzaga” Com Assis Angelo (BRA) Nascido na Paraíba, jornalista e estudioso da cultura popular. Possui um dos maiores acervos de música popular do Brasil. Comemorando o centenário de Luiz Gonzaga, Assis discute sobre a obra e a importância deste músico para cultura popular brasileira.
Oficinas de Imagem
Local: Centro de Convenções do Pantanal de Corumbá Miguel Gómez Sala de Multiuso
Das 8 às 11h

Oficina de Animação – Stop Motion – Encerramento
Ministrante: Alexandre Sogabe (arte-educador do Museu de Imagem e Som de Mato Grosso do Sul)
Local: Centro de Convenções do Pantanal de Corumbá Miguel Gómez Anfiteatro
Cinema
Local: Centro de Convenções do Pantanal de Corumbá Miguel Gómez Sala de Multiuso

15h – Os Monstros
Brasil, Drama, 2010, 81 min.
Direção: Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diogenes, Ricardo Pretti.
Classificação: 12 anos.

Sinopse: O Filme retrata a amizade e a criação artística. A vida de um grupo de amigos e suas frustrações, inspirado na amizade dos próprios realizadores. Nenhum homem é um fracasso quando tem amigos.

16:30hs – Madeinusa
Peru, Drama, 2006, 100 min.
Direção: Claudia Llosa
Classificação: 16 anos

Sinopse: Madeinusa (Magaly Solier) é uma menina de 14 anos que vive no vilarejo de Manayaycuna, localizado em algum ponto remoto das montanhas da Cordilheira Branca peruana. Os habitantes desse povoado são conhecidos pelo fervor religioso e por um estranho ritual, celebrado tradicionalmente todos os anos. Para eles da Sexta-Feira Santa ao Domingo de Páscoa o pecado não existe, pois Deus está morto. Assim todas as pessoas do povoado podem fazer o que quiserem no decorrer desses dias, sem nenhum remorso ou culpa. Porém a chegada acidental do jovem geólogo Salvador (Carlos J. de la Torre) ao vilarejo, justamente na véspera da celebração, desperta a curiosidade de Madeinusa.

Artes Cênicas nas Ruas – Teatro, dança e circo

16h – Roda para conversa e dança, com Rui Moreira [SeráQ Cia de Dança – BRA– MG]
Local: Auditório do Moinho Cultural Sul-Americano

Em comemoração ao dia internacional da dança, mundialmente lembrado no dia 29 de abril, o diretor e coreógrafo da SeráQ Cia de Dança é convidado a conversar com o público a respeito de dança, sustentabilidade e do trabalho do grupo.

16h – A Princesa engasgada [Teatral Grupo de Risco – BRA – MS]

Local: Praça da Independência

Direção Colaborativa: Teatral Grupo de Risco
Texto: Marcia Frederico
Cenografia: Márcia Gomes
Figurinos: Anderson Bernardes
Adereços: Emmanuel Mayer e Roma Romã
Produção: Fernanda Kuzler
Contra-regra: Paulo Matoso
Elenco: Marcos Alexandre e Yago Garcia // Leonardo de Castro (Músico/ator)
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos

Sinopse: Uma princesa engasga-se com uma espinha de peixe e o rei determina que seja encontrado um médico para curar sua filha. Uma camponesa cansada de apanhar do marido resolve se vingar e diz ao fidalgo que ele é médico, mas só trata seus pacientes quando apanha. O camponês sem direito de recusa é levado ao rei e assim começa seu castigo.

17h30 –Tekoha – Ritual de vida e morte do Deus Pequeno

[Teatro Imaginário Maracangalha – BRA – MS]
Local: Praça Nossa Senhora dos Remédios – Ladário

Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: O Grupo (processo colaborativo)
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Alegoria: Lício Castro
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Produção: Ana Capilé
Elenco: Camilah Brito, Fernando Cruz, Mauro Guimarães, Renata Cáceres e Wesley Ramos
Classificação: livre
Duração: 60 Minutos

Sinopse: Tekoha – Ritual de vida e morte do Deus Pequeno narra a trajetória do líder indígena Guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. “Tekoha”, assim, se refere à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura Guarani. É no Tekoha que esse povo vive seu modo de ser e o Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação deste espaço tão sagrado aos Guaranis.

19h – Enquadrado [Dança Moinho – BRA – MS]

Local: Palco Pantanal

Direção Artística: Márcia Rolon// Musica: Massive Attack// Coreógrafo: Joel de Oliveira// Bailarino: Joel de Oliveira
Classificação: Livre
Duração: 5 minutos
Sinopse: A atmosfera, rompendo o limite do espaço, densa possibilidade do eu.

19:10h – Q’eu isse [SeráQ Cia de Dança – BRA – MG]

Local: Palco Pantanal

Direção geral – Rui Moreira// Assistente de direção artística – Bete Arenque// Elaboração de roteiro e preparação teatral – Adyr Assumpção// Preparação musical – Kristoff Silva// Preparadores corporais – Bete Arenque e Rui Moreira// Coreografias – Rui Moreira// Cenografia e figurinos – Bia Lessa// Assistente de criação de cenário e figurino – Lucas Arruda// Arquitetura – Carla Jaçuaba// Confecção de cenário – Ademir Agostinho e Márcio Agostinho// Pintura dos figurinos – Gabriela Guerra e Victoria Arenque// Iluminação – Pedro Pederneiras// Diretor de palco e técnico de luz – Edimar Pinto// Trilha sonora original – Milton Nascimento/ / Direção e criação musical – Milton Nascimento e Lincoln Cheib// Produção musical – Lincoln Cheib e Gastão Villeroy// Músicos – Milton Nascimento, Lincoln Cheib, Gastão Villeroy, Ricardo Cheib e Flavio Dias// Gravação – Dirceu Cheib, Ricardo Cheib (Estúdio Bemol BH) e Gastão Villeroy (RJ)// Mixagem – Dirceu Cheib, Ricardo Cheib, Lincoln Cheib e Rui Moreira
Classificação: livre
Duração: 55 Minutos

Sinopse: O trabalho faz parte de uma trilogia de espetáculos de dança que investiga as noções de identidade da população brasileira com recorte especial da população afro indígena. Q’EU ISSE significa “que eu fosse” pronunciado com uma sonoridade de um “dialeto” da língua portuguesa – o Mineirês. Esta sonoridade acentua as influências de origem “Bantu” no sotaque da língua portuguesa que se fala no Brasil. Para organizar as coreografias, Rui Moreira explorou as estruturas de danças afrobrasileiras, danças africanas, danças rituais e os movimentos dos bailarinos intérpretes. A dramaturgia foi desenvolvida sobre uma trilha sonora original com elementos jazzísticos e de sons da natureza, composta especialmente para o espetáculo pelo renomado músico Milton Nascimento.

Música

Local: Palco das Américas

20h Show Marcos Assunção (BRASIL – MS)

Detentor de uma sonoridade marcante, que evoca a nossa cultura unificando fronteiras entre as variadas tendências musicais e projeta ao universal o regionalismo, Marcos Assunção é um dos principais instrumentistas em atividade no estado. Suas composições nasceram inspiradas na sua paixão pela música instrumental, tendo como influências o Jazz e a música brasileira e erudita.

21h Show Orquestra Jungla (ARG)

Grupo musical formado há cinco anos em Buenos Aires, a Orquesta Jungla explora a poderosa combinação de percussão tradicional do oeste da África com sessões de guitarra, baixo elétrico e metais. Com um repertório de gêneros da América com raiz negra, como o reggae e o jazz, podemos esperar um show contagiante e dançante no festival.

22h Show Milton Nascimento (BRA)

Desde o Festival Internacional da Canção de 1967 quando classificou três musicas de sua autoria (entre elas Travessia e Morro Velho) que Milton Nascimento desponta no cenário mundial como um dos mais importantes músicos brasileiros de todos os tempos. Acumula na bagagem quatro prêmios Grammy, uma centena de títulos e homenagens, turnês bem sucedidas nos quatro cantos do planeta. O cidadão do mundo Milton Nascimento volta a Corumbá para um show aberto ao público, nesse que promete ser um festival inesquecível.

Confira atrações do ultimo dia de Festival America do Sul

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