13/08/2012 09h46 – Atualizado em 13/08/2012 09h46
Fonte: Acrissul
Só há possibilidade de chover em Mato Grosso do Sul nos últimos dez dias deste mês. Conforme previsão dos meteorologistas do Climatempo, até o dia 18, próximo sábado, não chovena maior parte do Estado e a umidade relativa do ar continuará baixa.
Pode ser que chova ntre os dias 17 e 19 na região sul por conta da entrada de uma frente fria pelo sul do Brasil. Se a previsão se concretizar, a umidade do ar melhora no sul e oeste, mas essas pancadas de chuva não terão muitos reflexos na Capital.
Há mais de um mês sem chover, a umidade do ar tem ficado abaixo dos 30% em Campo Grande. Em Corumbá e Paranaíba, onde desde o dia 22 de junho não chove, a umidade também está baixa nas última semana, a situação só não está pior pelo fato da cidade ficar a beira do Rio Paraguai.
De acordo com a meteorologista Aline Tochio, do Climatempo, apesar do incômodo, as condições climáticas estão normais para a época do ano. “A situação desse ano não é nada incomum frente ao que foi registrado nos anos passados.
Houve anos com menos chuvas em junho, julho e agosto do que 2012”. Em 2007, os meses de junho, agosto e setembro ficaram sem chover na Capital, e, em 2010, também não choveu nada em agosto, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologista (Inmet). Aline afirma que nenhum fenômeno está influenciando o clima no País.
“O ano começou sob a influência do La Niña, mas nós estamos em neutralidade desde maio”, ressalta. A meteorologista explica que a estiagem prolongada ocorre porque uma massa de ar seco fixou-se na região central do Brasil e não deixa que frentes frias adentrem o continente, desviando-as para o oceano. “É uma característica do período do ano”.

