21/08/2013 15h17 – Atualizado em 21/08/2013 15h17
Fonte: Da Redação
As associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de todos os estados e do Distrito Federal (DF), em conjunto com outras instituições que trabalham na reabilitação das pessoas com deficiência, estão promovendo mobilizações para alterar o atual texto da meta 4 do Plano Nacional da Educação (PNE), que prevê o corte de repasse para escolas especiais e a inclusão de todos os alunos com necessidades especiais em escolas públicas regulares, até 2016.
O movimento busca também o reconhecimento e a valorização das instituições da sociedade civil que atendem às pessoas com deficiências, garantindo a continuidade e a parceria com o Poder Público, a manutenção das escolas especiais no texto do PNE e a inclusão e coexistência entre escolas comum e especial.
Em Amambai, a comunidade escolar da Escola Especial Renascer, instituição mantida pela Apae, também está fazendo sua parte. Na tarde desta quarta-feira (21), pais, alunos, professores e apoiadores reuniram-se em passeata pela avenida Pedro Manvailer, portando faixas e cartazes que apontam a necessidade de manutenção de todas as escolas especiais.
A professora Aracy Ledo, presidenta da Federação Nacional das Apaes, disse que não é contra a inclusão, mas, ao mesmo tempo, ressaltou que não se pode tirar as escolas especiais [dos repasses governamentais].“Uma escola não substitui a outra, a família tem o direito de escolher onde colocar seus filhos. As escolas [regulares] não estão preparadas para receber esses alunos”, explicou.
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